sábado, 20 de dezembro de 2008

O que podemos fazer com as nossas mãos?

Gente me encantei ao ver o que é possível fazer sem as mãos. Artistas maravilhosos nos dão uma lição de vida através da persistência, da valorização do eu em busca da prática de coisas que, para mim, só seriam possível fazer com as mãos.


Leia a história abaixo e se emocione.


Para muitos brasileiros o fato de pintar um simples quadro é algo tão difícil que se torna impossível. Porém, para um seleto grupo, o que parecia mais do que impossível, se torna motivação e desafio que rendem histórias interessantes e, ao mesmo tempo, lições de vida.
Quando a mãe de Jadir Raymundo, 46 anos, estava grávida fez uso de um calmante sem saber que o medicamente poderia trazer sérios problemas de formação ao filho. Os efeitos do uso do remédio logo no primeiro mês de gestação só foram percebidos quando Jadir nasceu oito meses depois. Sem os dois braços e com problemas de falta de crescimento.

A ausência dos membros superiores tornou Jadir uma criança especial e o forçou a superar as dificuldades. Na pintura ele encontrou o incentivo que faltava. O então garoto de 10 anos, morador de Penápolis, interior de São Paulo, procurou a A.A.C.D. da cidade e dali por diante não parou mais de fazer arte. “Cada quadro é uma obra de arte pra mim”, revela Jadir. Fonte: http://www.madrugadanews.com.br/

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Como se portar frente a uma pessoa com deficiência?

Quando você se encontrar com uma pessoa muda...

Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa. Tente lembrar que a comunicação é importante.

Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. mas não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cursos destinados a pais e educadores que se interessam em aprender um pouco mais sobre Educação Especial e desta forma colaborar com a inclusão.Alfabetização de Crianças com Necessidades Especiais - Presencial

O curso Alfabetização de Crianças com Necessidades Especiais, vem abordar um assunto de suma importância em sala de aula regular: a inclusão.
Mas não somente a inclusão como teoria e legislação; mas como prática do dia a dia do educador.
Ele traz ferramentas para que o educador trabalhe com alunos de inclusão em sala de aula regular; uma realidade que nós educadores convivemos em todos os sentidos.

Orientação aos Pais de Crianças com Necessidades Especiais

O curso para pais vem abordar um assunto de suma importância para a família da criança com necessidades especiais: a aceitação. Mas não somente a aceitação de sua situação; mas amar para dar a criança oportunidades de se desenvolver e de participar da sociedade.
Ele traz ferramentas para que os pais trabalhem a estimulação desde cedo em suas próprias casas. Uma prática necessária desde cedo para um melhor desenvolvimento da criança.
É um curso que tem por objetivo desmistificar este fantasma que é ter um filho com deficiência e mostra o quanto é enriquecedor e prazeroso cuidar de uma criança com necessidades especiais.
Experiência na qual os pais são os que mais ganham.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Síndrome de Down


Freqüentemente, a Síndrome de Down é chamada de "mongolismo" e as pessoas que a apresentam de "mongolóides". Todavia, estes termos são totalmente inadequados e carregam uma série de preconceitos criados a partir de descrições incorretas realizadas no passado e, por isso, devem ser evitados.
A criança com Síndrome de Down possui um cromossomo 21 a mais; ou seja, três cromossomos na célula em vez de dois; isto é o que chamamos de Trissomia 21. É esta trissomia a causadora da Síndrome de Down.

Você sabe o que é uma síndrome?

Síndrome é um conjunto de características que prejudicam de algum modo o desenvolvimento do indivíduo.

E de onde vem o nome Down, você sabe?

Down é o sobrenome do médico que descreveu esta síndrome em 1866.




A síndrome de Down (SD) foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Este médico inglês descreveu as características da síndrome, que acabou sendo batizada com o seu nome. Ele descobriu que a causa da síndrome de Down era genética, pois até então a literatura relatava apenas as características que indicavam a síndrome, que é uma alteração genética, que ocorre durante a divisão celular do embrião. O indivíduo com Síndrome de Down possui 47 cromossomos (e não 46), sendo o cromossomo extra ligado ao par 21. Intimamente ligada a um excesso de material cromossômico, tem nítida relação com a idade dos pais. Quanto mais idosos eles forem maior a probabilidade de gerarem um filho com essa Síndrome, que vem necessariamente associada a um comprometimento intelectual e a uma hipotonia, a redução do tônus muscular. Não está vinculada a consangüinidade, isto é, laços de parentesco entre os pais.


Em entrevista à BBC Brasil, o atual presidente da Fundação Lejeune, o pesquisador Jean Marie Le Méné, que trabalhou com o geneticista francês durante 20 anos, falou sobre a importância do trabalho pioneiro desenvolvido pelo médico que descobriu a primeira anomalia cromossômica humana, a trissomia 21. Le Méné falou também sobre uma controvertida perspectiva, buscada pelo próprio Lejeune: a “cura” da síndrome de Down que ele considerada como uma das “doenças da inteligência”. (Entrevista completa: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2003/08/printable/000000_jeanmarielemenedownlmp.shtml)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Transtornos Globais do Desenvolvimento

Caracteriza-se por prejuízo severo e invasivo em diversas áreas do desenvolvimento de interação social recíproca, habilidades de comunicação, ou presença de comportamento, interesse e atividades estereotipadas.
  • Transtorno Autista
  • Transtorno de Rett
  • Transtorno Desintegrativo da Infância
  • Transtornos de Asperger
  • Transtorno Invasivo sem outra especificação

Os alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesse e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Incluem-se nesse grupo alunos com autismo, síndromes do espectro autismo e psicose infantil.

Atendimento Educacional:

Os objetivos gerais da educação para o aluno com Transtorno Global são os mesmos que se tem em relação a todos os alunos.

A proposta pedagógica deve possibilitar abordar estes objetivos apesar das deficiências de interação social, comunicação, linguagem, e das importantes alterações da conduta que esses alunos podem apresentar.

domingo, 9 de novembro de 2008

Teleton


Ontem, assistindo à apresentação do Teleton pude ouvir várias citações:

Silvio Santos: ..."Não devemos fixar o olhar na parte que o deficiente não tem, mas sim no seu olhar, pois ele transmite um brilho, uma garra de vencer e uma alegria muito maior que a nossa..."

Cantor Victor ( Victor e Leo):... "deficientes somos nós, que mesmo tendo um corpo perfeito, fazemos um cavalo de batalha com o mínimo problemas que nos aparece..."

E nós? Como olhamos as pessoas com qualquer deficiência?



sábado, 8 de novembro de 2008

Deficiência Mental (DM)


O que é?

Segundo a AAMR (Associação Americana de Deficiência Mental) e DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), por deficiência mental entende-se o estado de redução notável do funcionamento intelectual significativamente inferior à média, associado a limitações pelo menos em dois aspectos do funcionamento adaptativo: comunicação, cuidados pessoais, competências domésticas, habilidades sociais, utilização de recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho.
No endereço abaixo você poderá informações completas sobre o assunto:


Atendimento Educacional:
O aluno com deficiência mental tem dificuldade de construir conhecimento como os demais e de demonstrar sua capacidade cognitiva, principalmente nas escolas que mantêm um modelo conservador de ensino e uma gestão autoritária e centralizadora. Essas escolas apenas acentuam a deficiência, aumentam a inibição, reforçam os sintomas existentes e agravam as dificuldades do aluno com deficiência mental.
O aluno com deficiência mental que tem uma maneira própria de lidar com o saber, que não corresponde o que a escola preconiza. Na verdade, não corresponde ao esperado pela escola pode acontecer com todo e qualquer aluno, mas os alunos com DM (deficiência mental) denunciam a impossibilidade de a escola atingir esse objetivo, de forma tácita.
Atenção!
DEFICIÊNCIA MENTAL NÃO É DOENÇA MENTAL.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Resultado da Enquete:

Como já imaginávamos, o resultado da nossa enquete mostrou que a opinião de nossos visitantes está bem ligada a realidade que conhecemos. Na totalidade foram 100% afirmando que nossas escolas não estão preparadas para receber alunos portadores de necessidades especiais.
Muita coisa ainda precisa ser feita para que haja inclusão.

Mas será que conhecemos a lei que ampara e garante o acesso, a participação e a aprendizagem no ensino regular aos alunos com deficiência?

Confira:


DECRETO Nº 6.571, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008.

Dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o parágrafo único do art. 60 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, e tendo em vista o disposto no art. 208, inciso III, ambos da Constituição, no art. 60, parágrafo único, da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e no art. 9o, § 2o, da Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007, DECRETA:
Art. 1o A União prestará apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na forma deste Decreto, com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, matriculados na rede pública de ensino regular.
§ 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.
§ 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas.



sábado, 1 de novembro de 2008

Globo Reporter: Altos e baixos


Derrubando tabus
Ser pequeno neste mundo é viver para vencer um limite atrás do outro.


Saiba mais com a reportagem completa do programa exibido em 31/10/2008

domingo, 26 de outubro de 2008

Nanismo

Caracteriza-se por uma estrutura muito pequena, decorrente de uma deficiência do crescimento provocada por insuficiência endócrina ou má alimentação. A baixa estatura é sua característica principal, com altura abaixo da média populacional. Há dois tipos de namismo.
  • O nanismo congênito típico é normalmente acompanhado de acondroplastia, com as extremidades relativamente mais curtas do que o tronco, cabeça grande e braquicefálica, espinha nasal afundada, mãos atarracadas e, freqüentemente, cifose dorsal.
  • O nanismo pituitário gera baixa estatura, porém o corpo é proporcional. Adultos com esse tipo de nanismo chega a medir 1,50m, pode causar atraso no desenvolvimento sexual nos adolescentes, recebe esse nome por ser causado por um problema na glândula pituitária, também conhecida como hipófise responsável pela produção do hormônio do crescimento.
    O tratamento é feito com injeções de hormônio do crescimento, costuma ser eficaz.



Leia mais:
nanismoap.blogspot.com/feeds/posts/default

sábado, 25 de outubro de 2008

Polêmica

Proibição de deficientes visuais em concurso será analisado.

SÃO LUÍS - O Tribunal de Justiça do Estado é acusado de preconceito. No concurso que oferece 31 vagas para juízes, advogados que têm deficiência visual estão impedidos de participar das provas. A discussão chegou ao conselho nacional de justiça, em Brasília.

Fonte: TV Mirante
Assista ao vídeo com a reportagem completa no endereço: http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=180252

Temos utilizado este espaço para falar sobre o preconceito para com "deficientes", um tema bastante atual por sinal, pois podemos comprovar através de rede nacional que esta é uma realidade bem atualizada.

Em nossa postagem sobre preconceito recebemos muitos comentários de pessoas que como nós abomina a idéia e se preocupa com o que pode ser. Tivemos relatos de professores que tem em suas salas de aula alunos com necessidades especiais e que o maior preconceito acontece em casa a partir dos próprios familiares.

Precisamos lutar para que haja a quebra de pré-conceitos e lutar por direitos.

O que nós educadores podemos fazer para que haja respeito, inclusão e cumprimento da lei que garante ao aluno especial, o direito a igualdade?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A Inspiração Viva - Deficiente ou Eficiente?

Este é Nick Vugicic, um deficiente físico que vem através deste vídeo nos confrontar. Como pode uma pessoa sem braços e sem pernas superar os obstáculos, enfrentando a vida, o preconceito e as dificuldades?
Temos que realmente acreditar que Deus, acima de tudo é quem nos sustenta, nos faz superar nossos próprios limites e vencer.
Assista a este vídeo e veja que valorizar pequenas dificuldades não tem mais razão de ser depois de ver o que este rapaz tem feito. Ele nos mostra que o fato de estar vivo é muito mais importante e que existe uma grande diferença entre ser deficiente e ser eficiente.
Sejamos eficientes!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Preconceito


Incluir não é apenas inserir pessoas portadoras de necessidades especiais no ambiente escolar, mas sim, todos os indivíduos que, de uma forma ou de outra, não se inserem nos direitos de cidadão.
Por que tem acontecido tantas discussões sobre a valorização das diferenças?
De que ponto podemos partir para que uma verdadeira inclusão aconteça? Reciclar idéias e quebrar preconceitos?
Muitos são os assuntos discutidos quando o tema é inclusão escolar, pois para oferecer uma educação de qualidade deve-se atender, às necessidades educacionais de crianças, jovens e adultos, independente de origem social, racial, étnica, religiosa, de gênero ou de aptidões físico-motoras.

domingo, 19 de outubro de 2008

Para emocionar!

Superação!
Viver grandes dificuldades e dar a volta por cima.
Coragem? Persistência? Fé? Vontade de viver?
O que faz com que pessoas com necessidades especiais lutem para superar obstáculos e vencer as limitações que suas deficiências lhes impõem?
Muitos são os obstáculos enfrentados e muitos deles partem principalmente do preconceito.
Sabemos que a situação de uma pessoa "deficiente", no Brasil, ainda é bem complicada. Enfrentando barreiras físicas e psicológicas, o descaso da sociedade é o principal problema para que estes "deficientes" tenham uma vida o mais próximo possível do normal. Desde o nascimento até a hora da sua morte o deficiente precisa aprender, adaptar-se, lutar contra os sintomas e doenças que podem ser causados pela deficiência, construir sua identidade e sua autonomia e até mesmo buscar um lugar na sociedade e fazer valer seus direitos de cidadão.
Como a escola poderia colaborar para diminuir o preconceito e aumentar a participação da sociedade para tornar a vida de uma pessoa com necessidades especiais mais fácil, promovendo a melhora da auto-estima, da qualidade de vida e a socialização desta pessoa?
Será que temos colaborado para que isso aconteça?

sábado, 18 de outubro de 2008

(DF) Deficiência Física

O QUE É?

Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física.
O comprometimento da função física poderá acontecer quando existe a falta de um membro (amputação), sua má formação ou deformação (alterações que acometem o sistema muscular e esquelético).

Classifica-se em: paresia ou paralisia.

- PARESIA: O termo paresia refere-se quando o movimento está apenas limitado ou fraco. O termo paresia vem do grego PARESIS e significa relaxação, debilidade. Nos casos de paresias, a motilidade se apresenta apenas num padrão abaixo do normal, no que se refere à força muscular, precisão do movimento, amplitude do movimento e a resistência muscular localizada, ou seja, refere-se a um comprometimento parcial, a uma semiparalisia.

-PARALISIA: O termo paralisia se refere à perda da capacidade de contração muscular voluntária, por interrupção funcional ou orgânica em um ponto qualquer da via motora, que pode ir do córtex cerebral até o próprio músculo; fala-se em paralisia quando todo movimento nestas proporções são impossíveis.

A PARALISIA APRESENTA-SE SOB A FORMA DE:

- Paraplegia (afeta somente os membros inferiores);

- Monoplegia (quando somente um membro é afetado);

- Tetraplegia, quadrilegia (afeta os quatro membros);

- Hemiplegia (são afetados os membros do mesmo lado do corpo).


PARALISIA CEREBRAL

O QUE É?

É uma alteração motora ocasionada por uma lesão no cérebro. Não significando que o cérebro ficou paralisado. O cérebro não comanda corretamente os movimentos do corpo, não manda ordens adequadas para os músculos, em conseqüência da lesão sofrida.
A pessoa com paralisia cerebral tem inteligência normal, a não ser que a lesão tenha afetado a área do cérebro responsável pelo pensamento e pela memória.
Se os músculos da fala forem atingidos, terá dificuldades para comunicar seus pensamentos ou necessidades.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL

Não havendo comprometimento intelectual, o aluno com deficiência física deverá freqüentar a classe regular com recursos e equipamentos específicos que se fizerem necessários (comunicação aumentativa, comunicativa e recursos de alta tecnologia e baixa tecnologia).




sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Surdocegueira

Ser cego é uma pessoa não ver. Ser surdo é não ouvir.
Ser surdocego é muito mais do que a soma das duas deficiências...

O surdocego é o indivíduo que apresenta perdas visual e auditiva combinadas. Algumas pessoas surdocegas apresentam perdas totais desses sentidos, outras não, podendo manter resíduos auditivos e/ou visuais. Estas pessoas ficam impossibilitadas de usar os sentidos de distância e necessitam de meios especiais para comunicação.

Alguns indivíduos se tornam surdocegos em decorrência de condições resultantes de algumas enfermidades (acidente vascular cerebral, diabetes, meningites, choques anafiláticos, tumores cerebrais e síndromes genéticas).


CLASSIFICAÇÃO:
  • Surdocegueira total;

  • Surdez profunda com resíduo visual;

  • Surdez moderada ou leve com cegueira;

  • Surdez moderada com resíduo visual;

  • Perdas leves, tanto auditiva quanto visual.

Assista o vídeo abaixo e entenda como acontece a comunicação de uma pessoa surdocega com o mundo:


As pessoas surdocegas necessitam de formas específicas de comunicação para terem acesso à educação, lazer, trabalho, vida social, etc. Além desta comunicação, faz-se necessário o trabalho de um guia-intérprete que é um profissional capacitado para ser o elo de ligação entre o surdocego e o meio em que vive.

Os sistemas de comunicação são diversos, geralmente envolvem as mãos da pessoa surdocega e de seu interlocutor ou guia-intérprete.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O som do silêncio!




Ensino de Libras pode se tornar obrigatório

Pedro Queiroz Roque, 3, aprende os primeiros sinais no CMEI Bairro Feliz. Com dificuldades de audição, o menino já tem iniciação à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). Além dele, a professora Analycia Quesado Bezerra ensina a língua para toda a turminha e também a avó do menino, Alzira Alves Roque, 53, vendedora. “Acho importante que as outras crianças aprendam a se comunicar com ele. Meu neto já desenvolveu bastante”, observa a avó. Essa inclusão pode ser estendida a todas a escolas de educação infantil e do ensino fundamental segundo um projeto de lei que acaba de ser aprovado no Senado Federal.

Leia esta reportagem completa no endereço abaixo:
http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=19676

(DA) Deficiência Auditiva

Deficiência auditiva é considerada genericamente como a diferença existente entre a performance do indivíduo e a habilidade normal para a detecção sonora de acordo com padrões estabelecidos pela American National Standards Institute (ANSI – 1989).
Zero audiométrico (0 dB N.A) refere-se aos valores de níveis de audição que correspondem à média de detecção de sons em várias freqüências, por exemplo: 500 Hz, 1000 Hz, 2000 Hz, etc.
Considera-se em geral, que a audição normal corresponde à habilidade para detecção de sons até 20 dB N. A (decibéis, nível de audição).Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido pode causar uma deficiência na audição. Deficiência auditiva é o nome usado para indicar uma perda de indivíduo só é considerado D.A. se a perda auditiva for diagnosticada nos dois ouvidos.
Dependendo do local do ouvido em que está o problema temos diferentes tipos de Deficiência Auditiva:
· · Hipoacusia – refere-se a uma redução na sensitividade da audição, sem qualquer alteração da qualidade de audição. O aumento da intensidade da fonte sonora, possibilita uma audição bastante adequada.
· · Disacusia – refere-se a um distúrbio na audição, expresso em qualidade e não em intensidade sonora. O aumento da intensidade da fonte sonora não garante o perfeito entendimento do significado das palavras.

Causas Adquiridas:
Tampões de cera;
Corpos estranhos;
Obstrução da Trompa de Eustáquio;
Otites;
Perfurações Timpânicas;
Envelhecimento a partir dos 50 anos;
Traumatismos;
Intoxicações (uréia, colesterol, ácido úrico, etc.);
Doenças infecciosas (febre, sífilis, caxumba, sarampo);
Distúrbios glandulares;
Deficiência de vitamina D.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Crianças cegas escocesas aprendem a se orientar como os morcegos

Londres, 10 fev (EFE).- A ONG escocesa Visibility está fazendo atualmente uma experiência que consiste em ensinar crianças cegas a se orientarem com o eco dos sons emitidos por elas, como os morcegos e golfinhos. A organização, que trabalha com pessoas cegas, ensina as crianças a construírem mentalmente imagens detalhadas do ambiente através da interpretação do eco resultante de um ruído produzido com a língua.Segundo o jornal dominical "The Sunday Times", há cada vez mais provas de que cegos são capazes de treinar o sentido da audição, que é mais agudo que nas outras pessoas, para interpretar o eco do som.Eles poderiam criar imagens mentais dos objetos ...

Confira a reportagem completa no endereço abaixo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2008/02/10/criancas_cegas_escocesas_aprendem_a_se_orientar_como_os_morcegos_1184855.html

DV (Deficiência Visual)


O QUE É?
São considerados DEFICIENTES VISUAIS, os portadores de CEGUEIRA ou de BAIXA VISÃO.

CEGUEIRA - é uma alteração grave ou total de uma ou mais das funções elementares da visão que afeta de modo irremediável a capacidade de perceber cor, tamanho, distância, forma, posição ou movimento em um campo mais ou menos abrangente. Pode ocorrer desde o nascimento (cegueira congênita) ou posteriormente (cegueira adquirida) em decorrência de causas orgânicas ou acidentais.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL

É importante possibilitar a coleta de informações por meio dos sentidos remanescentes (audição, tato, olfato e paladar), pois são importantes canais de entrada de informações que serão levados ao cérebro.

BAIXA VISÃO - (ambliopia, visão subnormal ou visão residual) a definição é complexa devido à variedade e à imensidade de comprometimentos das funções visuais. Essas funções englobam desde a simples percepção de luz até à redução de acuidade e do campo visual que interferem ou limitam a execução de tarefas e o desempenho geral.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL

Baseia-se no princípio de estimular a utilização plena do potencial de visão e dos sentidos remanescentes, bem como na superação de dificuldades e conflitos emocionais. Deve-se estabelecer o conceito de permanência do objeto e facilitar a exploração dirigida.








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