quinta-feira, 23 de julho de 2009

Convite

A coordenação de Educação Inclusiva (SMEC) convida para participar do "Seminário de Educação Inclusiva : direito à diversidade" em nosso Município.
Inscrições na Sala da Coordenação Inclusiva, na Secretaria de Educação de Campos dos Goytacazes/RJ, Praça da Bandeira, s/n - Centro.
Informações/Dúvidas: educacaoinclusiva@smec.campos.rj.gov.br

sábado, 18 de julho de 2009

Direito à Educação

Direito garantido!

"A Constituição da República, quando adota como princípio a "igualdade de condições para o acesso e permanência na escola", compreendido como efetivação do objetivo republicano de "promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação", prevê uma sociedade com escolas abertas a todos". Claudia Pereira Dutra - Secretária de Educação Especial - MEC/SEESP, 2004
Resolução CNE/CEB Nº2, de 11 de Setembro de 2001.
Art.1º - A presente resolução institui as Diretrizes Nacionais para a educação de alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, em todas as suas etapas e modaslidades.
Art.2º - Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
Fonte: Subsídios para a Gestão dos Sistemas Educacionais - 2004.

terça-feira, 30 de junho de 2009

CID - Classificação Internacional de Doenças


A Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (também conhecida como Classificação Internacional de Doenças – CID 10) é publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e visa padronizar a codificação de doenças e outros problemas relacionados à saúde. A CID 10 fornece códigos relativos à classificação de doenças e de uma grande variedade de sinais, sintomas, aspectos anormais, queixas, circunstâncias sociais e causas externas para ferimentos ou doenças. A cada estado de saúde é atribuída uma categoria única à qual corresponde um código CID 10.


Precisei levantar dados sobre os alunos que atendemos em nosso Laboratório de Informática Educativa e vi que alguns laudos dados pelos médicos constam apenas de símbolos do CID. Pesquisando sobre o assunto descobri o endereço: http://www.medicinanet.com.br/ que nos fornece dados para decifrar estes códigos.

Por exemplo temos um aluno que seu laudo veio com o diagnóstico CID F 32 - Episódios depressivos e outro CID F 71.0 - Retardo mental moderado - menção de ausência de ou de comprometimento mínimo do comportamento.
Estes abaixo são os da classe F:

F00 - Demência na Doença de Alzheimer
F01 - Demência Vascular
F02 - Demência em Outras Doenças Classificadas em Outra Parte
F03 - Demência Não Especificada
F04 - Síndrome Amnésica Orgânica Não Induzida Pelo Álcool ou Por Outras Substâncias Psicoativas
F05 - Delirium Não Induzido Pelo Álcool ou Por Outras Substâncias Psicoativas
F06 - Outros Transtornos Mentais Devidos a Lesão e Disfunção Cerebral e a Doença Física
F07 - Transtornos de Personalidade e do Comportamento Devidos a Doença, a Lesão e a Disfunção Cerebral
F09 - Transtorno Mental Orgânico ou Sintomático Não Especificado
F10 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Álcool
F11 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Opiáceos
F12 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Canabinóides
F13 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Sedativos e Hipnóticos
F14 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso da Cocaína
F15 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Outros Estimulantes, Inclusive a Cafeína
F16 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Alucinógenos
F17 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Fumo
F18 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Solventes Voláteis
F19 - Transtornos Mentais e Comportamentais Devidos ao Uso de Múltiplas Drogas e ao Uso de Outras Substâncias Psicoativas
F20 - Esquizofrenia
F21 - Transtorno Esquizotípico
F22 - Transtornos Delirantes Persistentes
F23 - Transtornos Psicóticos Agudos e Transitórios
F24 - Transtorno Delirante Induzido
F25 - Transtornos Esquizoafetivos
F28 - Outros Transtornos Psicóticos Não-orgânicos
F29 - Psicose Não-orgânica Não Especificada
F30 - Episódio Maníaco
F31 - Transtorno Afetivo Bipolar
F32 - Episódios Depressivos
F33 - Transtorno Depressivo Recorrente
F34 - Transtornos de Humor (afetivos) Persistentes
F38 - Outros Transtornos do Humor (afetivos)
F39 - Transtorno do Humor (afetivo) Não Especificado
F40 - Transtornos Fóbico-ansiosos
F41 - Outros Transtornos Ansiosos
F42 - Transtorno Obsessivo-compulsivo
F43 - "Reações ao ""stress"" Grave e Transtornos de Adaptação"
F44 - Transtornos Dissociativos (de Conversão)
F45 - Transtornos Somatoformes
F48 - Outros Transtornos Neuróticos
F50 - Transtornos da Alimentação
F51 - Transtornos Não-orgânicos do Sono Devidos a Fatores Emocionais
F52 - Disfunção Sexual, Não Causada Por Transtorno ou Doença Orgânica
F53 - Transtornos Mentais e Comportamentais Associados ao Puerpério, Não Classificados em Outra Parte
F54 - Fatores Psicológicos ou Comportamentais Associados a Doença ou a Transtornos Classificados em Outra Parte
F55 - Abuso de Substâncias Que Não Produzem Dependência
F59 - Síndromes Comportamentais Associados a Transtornos Das Funções Fisiológicas e a Fatores Físicos, Não Especificadas
F60 - Transtornos Específicos da Personalidade
F61 - Transtornos Mistos da Personalidade e Outros Transtornos da Personalidade
F62 - Modificações Duradouras da Personalidade Não Atribuíveis a Lesão ou Doença Cerebral
F63 - Transtornos Dos Hábitos e Dos Impulsos
F64 - Transtornos da Identidade Sexual
F65 - Transtornos da Preferência Sexual
F66 - Transtornos Psicológicos e Comportamentais Associados ao Desenvolvimento Sexual e à Sua Orientação
F68 - Outros Transtornos da Personalidade e do Comportamento do Adulto
F69 - Transtorno da Personalidade e do Comportamento do Adulto, Não Especificado
F70 - Retardo Mental Leve
F71 - Retardo Mental Moderado
F72 - Retardo Mental Grave
F73 - Retardo Mental Profundo
F78 - Outro Retardo Mental
F79 - Retardo Mental Não Especificado
F80 - Transtornos Específicos do Desenvolvimento da Fala e da Linguagem
F81 - Transtornos Específicos do Desenvolvimento Das Habilidades Escolares
F82 - Transtorno Específico do Desenvolvimento Motor
F83 - Transtornos Específicos Misto do Desenvolvimento
F84 - Transtornos Globais do Desenvolvimento
F88 - Outros Transtornos do Desenvolvimento Psicológico
F89 - Transtorno do Desenvolvimento Psicológico Não Especificado
F90 - Transtornos Hipercinéticos
F91 - Distúrbios de Conduta
F92 - Transtornos Mistos de Conduta e Das Emoções
F93 - Transtornos Emocionais Com Início Especificamente na Infância
F94 - Transtornos do Funcionamento Social Com Início Especificamente Durante a Infância ou a Adolescência
F95 - Tiques
F98 - Outros Transtornos Comportamentais e Emocionais Com Início Habitualmente Durante a Infância ou a Adolescência
F99 - Transtorno Mental Não Especificado em Outra Parte
Acredito que, assim como eu, muitas pessoas precisam decifrar estes códigos. O endereço que utilizei em minha pesquisa foi http://www.medicinanet.com.br/cid10.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Projeto: Responsabilidade Social da Inclusão Digital

Ter no papel um projeto pronto é lindo de se ler, mas e a prática?

Temos nos esforçado para colocar em prática nosso projeto e procuramos realizar atividades que estão de acordo com as necessidades educacionais de cada aluno. Para que isso aconteça, nós as professoras responsáveis, temos um horário de planejamento, onde avaliamos os jogos que utilizaremos nos próximos encontros e discutimos sobre a metodologia a ser utilizada para motivar e realizar o que separamos.
Já estamos tendo grande avanço por parte dos alunos e constatamos significativas mudanças de comportamento e de aprendizagem. Nossos amados alunos estão mais falantes, conseguem se expressar com mais clareza, já temos um aluno em especial que nos emocionou muito no último encontro, pois está quase lendo.
Pedimos a Deus que nos conceda a graça de continuar realizando este trabalho e de podermos ver a vitória dos nossos alunos, pois a vitória deles é a nossa!

Temos utilizado, em nossos encontros semanais, diferentes sites com jogos e atividades bem legais que atendem perfeitamente aos nossos objetivos e que podem ser utilizados tanto pelos alunos com Necessidades Educacionais Especiais quanto pelos alunos do ensino fundamental, nas diferentes áreas de conhecimento. São eles:

sexta-feira, 8 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica

"O Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Especial, considerando a Constituição Federal de 1988, que estabelece o direito de todos a educação; a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de janeiro de 2008; e o decreto Legislativo nº 186, de julho de 2008, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), institui as Diretrizes Operacionais da educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado - AEE na educação básica, regulamentado pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008."
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, e tendo em vista o disposto no art. 208, inciso III, ambos da Constituição, no art. 60, parágrafo único, da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e no art. 9o, § 2o, da Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007,
DECRETA:
Art. 1o A União prestará apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na forma deste Decreto, com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, matriculados na rede pública de ensino regular.
§ 1º Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.
§ 2o O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas.
Art. 2o São objetivos do atendimento educacional especializado:
I - prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º;
II - garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular;
III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e
IV - assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino.
Art. 3o O Ministério da Educação prestará apoio técnico e financeiro às seguintes ações voltadas à oferta do atendimento educacional especializado, entre outras que atendam aos objetivos previstos neste Decreto:
I - implantação de salas de recursos multifuncionais;
II - formação continuada de professores para o atendimento educacional especializado;
III - formação de gestores, educadores e demais profissionais da escola para a educação inclusiva;
IV - adequação arquitetônica de prédios escolares para acessibilidade;
V - elaboração, produção e distribuição de recursos educacionais para a acessibilidade; e
VI - estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior.
§ 1o As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do atendimento educacional especializado.
§ 2o A produção e distribuição de recursos educacionais para a acessibilidade incluem livros didáticos e paradidáticos em braile, áudio e Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, laptops com sintetizador de voz, softwares para comunicação alternativa e outras ajudas técnicas que possibilitam o acesso ao currículo.
§ 3o Os núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de alunos com deficiência.
Art. 4o O Ministério da Educação disciplinará os requisitos, as condições de participação e os procedimentos para apresentação de demandas para apoio técnico e financeiro direcionado ao atendimento educacional especializado.
Art. 5o Sem prejuízo do disposto no art. 3o, o Ministério da Educação realizará o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola por parte dos beneficiários do benefício de prestação continuada, em colaboração com os Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
Art. 6o O Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007, passa a vigorar acrescido do seguinte artigo:
“Art. 9o-A. Admitir-se-á, a partir de 1o de janeiro de 2010, para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, o cômputo das matriculas dos alunos da educação regular da rede pública que recebem atendimento educacional especializado, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular.
Parágrafo único. O atendimento educacional especializado poderá ser oferecido pelos sistemas públicos de ensino ou pelas instituições mencionadas no art. 14.” (NR)
Art. 7o As despesas decorrentes da execução das disposições constantes deste Decreto correrão por conta das dotações próprias consignadas ao Ministério da Educação.
Art. 8o Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.
Brasília, 17 de setembro de 2008; 187º da Independência e 120º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVAFernando Haddad
Este texto não substitui o publicado no DOU de 18.9.2008

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A inclusão é um desafio!


"A educação é também onde decidimos se amamos nossas crianças o bastante para não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos e tampouco, arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós, preparando-as em vez disso e com antecedência para a tarefa de renovar um mundo comum." HANNAH ARENDT
Temos caminhado com nossos alunos, 04 Deficientes Mentais e 01 Portador da Síndrome de Down, rumo ao exercício da cidadania. Sabemos que não existem receitas prontas para atender a cada necessidade educacional dos alunos com deficiência, mas temos nos esforçado para que eles encontrem na Sala de Informática Educativa, um ambiente propício para que a aprendizagem aconteça.
Buscamos acima de tudo atender as diferenças e proporcionar o sucesso de cada um dentro de suas possibilidades, reconhecendo as limitações e dificuldades.
Nosso terceiro encontro, foi um pouco diferente, porque até então vínhamos trabalhando com os alunos portadores de DM e neste encontro nosso aluno portador da Síndome de Down compareceu pela primeira vez(de muitas)e que alegria. Como tem acontecido a alegria é partilhada por todos e o dia do próximo encontro já é uma expectativa.
O nosso convívio tem sido enriquecedor para todos. Muitas coisas temos aprendido uns com os outros. Quando um está triste o outro canta para alegrar, ora para melhorar; quando um consegue realizar uma atividade é uma festa; se não consegue sempre tem uma ajuda. Quanta simplicidade! Quanta colaboração! Amor incondicional.
Quero agradecer a uma amiga muito especial que tem sido nossa (minha e de todo o grupo envolvido neste projeto) colaboradora em todos os momentos, me orientando sobre a Educação de alunos portadores de necessidades educacionais especiais, dando dicas importantes. Ela é especial demais para os alunos. Eles a veem como uma grande amiga, aquela que está sempre incentivando.
Para você nossa amiga, muito obrigada! Que Deus continue a te usar para abençoar vidas, assim como você nos tem abençoado.



sábado, 18 de abril de 2009

Aprendizagem Coletiva


"O atendimento educacional especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com deficiência. São consideradas matérias do atendimento educacional especializado: Língua brasileira de sinais (LIBRAS); Interpretação de LIBRAS; as ajudas técnicas para surdos; Sistema Braile; Orientação e mobilidade; as ajudas técnicas incluindo informática adaptada; mobilidade e comunicação alternativa/aumentativa; tecnologias assistivas; Informática Educativa; educação física adaptada; enriquecimento e aprofundamento do repertótio de conhecimentos; atividades da vida autônoma e social, entre outras." LDBEN

Nossos queridos alunos com necessidades educacionais especiais tem experimentado um novo tempo em suas vidas, no que diz respeito a aprendizagem coletiva. Através da execução do projeto de parceria da sala de recursos com a sala de informática educativa, temos visto e nos emocionado com o crescimento deles na área pedagógica e social.

Neste segundo encontro, os alunos utilizaram mais uma vez o site http://www.smartkids.com.br/ para realizar as atividades propostas pela professora Glat D'Angela, da sala de recursos. Neste site foram realizadas as atividades de geometria, onde os alunos puderam montar objetos de acordo com a cor e a forma de cada figura apresentada. Também trabalhamos com o alfabeto, onde um trenzinho composto de várias imagens foi sendo apresentado ao aluno, que deveria associar as figuras a letra do alfabeto com a qual ela começa.

Que progresso!

Que alegria eles demonstram!

A aprendizagem coletiva está em alta neste momento. Um incentiva o outro e a alegria é de todos pela vitória de cada um.


É assim que comprovamos que a Internet utilizada para este fim, tem demonstrado que é sim um instrumento de desenvolvimento social, de inclusão e de facilitação para o aprendizado de alunos com necessidades educacionais especiais.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Assine o MANIFESTO!



Apoie o Manifesto a favor da criação da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência. É só clicar no endereço abaixo para ler o manifesto e assiná-lo:

quinta-feira, 26 de março de 2009

Parceria

O indivíduo que possui DM apresenta um padrão diferenciado de desenvolvimento afetivo/ cognitivo/ motor . Necessita de interferências planejadas que auxilie em seu processo evolutivo, na capacidade de aprender, na constituição de sua autonomia, nos processos de relação com o mundo, apresentando uma forma de organização qualitativamente diferente de seus pares da mesma idade.
Em nossa escola formamos uma valiosa parceria entre a Sala de Recursos e o Laboratório de Informática Educativa. Com esta parceria buscamos estar contribuindo para um melhor aproveitamento de nossos alunos com necessidades especiais, visto que temos um número expressivo destes alunos nas primeiras fases da EJA e que necessitam de um trabalho diversificado e estimulante, para que a interação deles com o mundo, através do mundo digital seja um fator que favoreça as transformações necessárias para o crescimento de cada um como ser social, através da relação no grupo (estamos trabalhando com o grupo todo).


Ontem, tivemos a nossa primeira experiência: A professora responsável pela Sala de Recursos, levou para o Laboratório de Informática quatro alunos portadores de DM (Deficiência Mental) para que pudéssemos estar colocando em prática o projeto ao qual estamos nos dedicando. Foi muito gratificante! Eles se sentiram realizados, valorizados e foram muito estimulados.
Isso já acontece na Sala de Recursos, porém lá o atendimento é individualizado para atender as necessidades da escola e dos próprios alunos, mas no Laboratório de Informática, o trabalho foi realizado em grupo, de forma que a percepção foi mais aguçada e o instinto natural de parceria foi ainda mais estimulado, principalmente quando um tentava ajudar o outro.
Muito mais está por vir! E como é gratificante estar realizando este trabalho!
Quero muito agradecer a professora Glett D'Ângela (Professora Responsável pela Sala de Recursos), por acreditar neste projeto e aceitar esta parceria.

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sábado, 14 de março de 2009

Informática na Inclusão


O computador na escola, pode ser usada como ferramenta auxiliar do aluno na construção do seu próprio conhecimento. Como transmissor de informações o computador é quase perfeito: pode armazená – las em grande quantidade, pode acessá – las em qualquer parte do mundo, nunca se impacienta, respeita o ritmo do aluno.


O uso do computador na escola deve ser usado como uma ferramenta didática, onde o computador e os softwares repassam o conhecimento e o professor cria ambientes de aprendizagem, facilitando o processo de desenvolvimento do aluno.


E na escola inclusiva, como funciona o uso do computador?

A Educação Inclusiva traz consigo um novo paradigma educacional. Uma nova forma de se olhar e trabalhar com o aluno, que tem que ser aprendida pela escola atual.
" O desafio que enfrentam as escolas inclusivas é o de desenvolver uma pedagogia centralizada na criança, capaz de educar com sucesso todos os meninos e meninas, inclusive os que sofrem de deficiências graves. O mérito dessas escolas não está só na capacidade de dispensar educação de qualidade a todas as crianças; com sua criação, dá-se um passo muito importante para tentar mudar atitudes de discriminação, criar comunidades que acolham a todos e sociedades inclusivas". ( Declaração de Salamanca)
Segundo Vygotsky (1991), o desenvolvimento humano é um processo sócio-cultural: o homem se desenvolve a partir da apropriação que faz da cultura. Incluir é criar, criação no sentido das intersecções de afetos, áreas, valores, conceitos, saberes e pessoas.
O computador como ferramenta pedagógica é um grande aliado para a educação, seja ela educação especial, para alunos portadores de necessidades especiais ou não.
Muitos são os softwares que podem ser utilizados para a criação de atividades próprias para cada caso e áreas de conhecimento. O que na verdade estaremos a abordar daqui em diante é a utilização da informática como um recurso a mais, com o objetivo de auxiliar profissionais, pais e interessados no assunto em como utilizar o computador como instrumento pedagógico, que visa o crescimento intelectual do indivíduo e a sua inclusão na sociedade, através da inclusão digital que tem grande responsabilidade social.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Você pode ser um superdotado.



Q.I. alto não é tudo. Hoje vários tipos de habilidades permitem enquadrar alguém na definição de gênio.

Superdotado, no imaginário popular, é aquele garoto que tira as melhores notas no colégio, passa em primeiro lugar no vestibular mais concorrido do país e se torna um gênio da computação. Essa imagem faz parte do passado. Superdotado - ou ''portador de altas habilidades'', de acordo com a nova definição - não é apenas o indíviduo com capacidade intelectual acima da média. Ele pode se destacar por apresentar competências tão distintas quanto liderança, criatividade, memória, persistência, motivação, organização, concentração, capacidade de trabalho em grupo, talento para artes e alto rendimento em esportes. Os vetores da persuasão identificados pelo psicólogo americano Howard Gardner passam por essas inteligências. Se o conceito fosse aplicado em seu tempo, um gênio do futebol como Garrincha seria considerado um superdotado - embora fosse incapaz de fazer contas simples de somar e mal conseguisse assinar o próprio nome.
(10/12/2004 - 20:04 Edição nº 343 reportagem de capa - Ivam Padilha/ÉPOCA)



DIVERSIDADE

Esqueça o teste de Q.I.

Os superdotados podem apresentar competências variadas:


  • Capacidade intelectual geral: Compreensão, memória e rapidez de pensamento;

  • Aptidão acadêmica: Atenção, concentração, facilidade de aprendizagem;

  • Pensamento criativo: Originalidade, imaginação, capacidade de resolver problemas;

  • Capacidade de liderança: Sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, poder de persuasão;

  • Talento especial para artes: Artes plásticas, musicais, dramáticas, literárias ou cênicas;

  • Capacidade psicomotora: Velocidade, agilidade, força, resistência e coordenação.

Fonte: Plano Nacional de Educação Especial do Ministério da Educação e Cultura


Leia a reportagem completa em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG67965-6014,00-VOCE+PODE+SER+UM+SUPERDOTADO.html


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Superdotado X Gênio

Os superdotados não são gênios, porém podem tornar-se de acordo com suas habilidades e com os estímulos recebidos. Existem gênios que não são superdotados e existem superdotados que não se tornam gênios.

Gênio
-
"Um gênio é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto de primeira grandeza, ou um talento criativo fora do comum. O nível de QI pelo qual alguém pode ser chamado de gênio é geralmente definido como 140 ou superior. O termo também se aplica a alguém que é um polímata ou alguém habilidoso em muitas áreas mentais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo; por exemplo, de Pelé é dito que foi um gênio do futebol e de Gandhi que foi um gênio da diplomacia". Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O gênios são diferentes de todas as outras pessoas. Eles pensam mais rápido e melhor do que outros. Além disso, muitas pessoas acham que toda a capacidade extra do cérebro acarreta um comportamento excêntrico ou espirituoso. Embora seja bastante fácil reconhecer os gênios, definir exatamente o que faz que alguém seja um gênio é um pouco mais complicado. Descobrir como esse alguém se tornou gênio é ainda mais difícil.

Superdotado
-
"É uma pessoa com recursos e capacidades mentais muito acima da média. Uma das medidas já consagradas, utilizadas nesta avaliação é o Q.I., quociente intelectual. Normalmente se considera superdotado o indivíduo que apresente um resultado muito alto, (nos 2% mais elevados da população) em uma bateria de testes das diversas inteligências, onde o Q.I. geral é apenas um destes. Frequentemente considera-se "sobredotado" quem tenha um QI superior a 120." Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"A ciência ainda não encontrou uma fórmula para medir com precisão quem é superdotado e quem é gênio. Pelos testes de quociente de inteligência, considerados ultrapassados pelos especialistas, um superdotado teria Q.I. entre 140 e 160. Um gênio pontuaria entre 160 e 180. Hoje, a definição mais comum para classificar superdotados é a de que são pessoas inteligentíssimas que conseguem desenvolver habilidades acima da média em várias áreas. Constituem 1% ou 2% da população mundial. Os gênios, estes sim, são raríssimos. Casos como o de Greg representam apenas 0,1% da população mundial. "Os gênios são aqueles superdotados que, além de demonstrar precocidade, provocam perplexidade, pois são capazes de criar algo revolucionário e transformador, como foi a teoria da relatividade, de Albert Einstein", diz o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo. " - http://veja.abril.com.br/300403/p_062.html

O que podemos constatar em todos estes textos selecionados e acima citados, é que há uma discussão muito ampla sobre o assunto. Existem definições, especulações e dúvidas, muitas dúvidas.
De uma coisa podemos ter certeza: quanto mais estimulado, mais capacidade o indivíduo portador de Altas Habilidades terá para desenvolver suas habilidades.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Descubra se seu filho é superdotado

Dexter
O jovem inventor vive às voltas com experiências científicas

"Eles são curiosos, criativos e aprendem tarefas com facilidade. Muitas vezes, surpreendem os pais com habilidades precoces e raciocínios complexos. O que poucas pessoas sabem é que as crianças superdotadas nem sempre são bem-sucedidas. Se a inteligência privilegiada as ajuda a compreender mais facilmente problemas e situações, a falta de orientação pode atrapalhar o desenvolvimento psicológico e criar uma barreira para a inserção social. O resultado são adultos que desperdiçam potencial intelectual por dificuldade de se relacionar com o mundo exterior. Enquanto a neurociência segue — até o momento, sem nenhum sucesso — tentando entender a origem da inteligência, aumenta no Brasil o número de espaços acolhedores para a socialização dessas crianças e jovens com necessidades especiais." Revista Galileu
Abaixo, assista a uma série de quatro vídeos de uma edição especial da Veja.com, que nos ajuda a compreender melhor a superdotação/altas habilidades em crianças e adultos.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Altas Habilidades/Superdotação


"Pessoas superdotadas são consideradas portadoras de habilidades que se destacam em relação ao rendimento apresentado, podem ser em capacidades intelectuais, talentos em artes, capacidade psicomotora, criatividade, produtividade, aptidões e outros.

Para o Ministério da Educação, a superdotação é vista em crianças de alto desempenho e potencialidade em quaisquer aspectos. Pode ser geral se verificar diferentes informações, conclusões em diversas experiências e específicas se alcançar conhecimento, prática e habilidades em determinadas áreas.

Dentre algumas características que especificam os superdotados, destaca-se:

- Curiosidade aguçada,
- Persistência,
- Crítica,
- Alto senso de humor,
- Não aceitação de informações superficiais,
- Fácil compreensão de princípios gerais,
- Apresentação de muitas idéias,
- Não admissão de injustiças,
- Espírito de liderança." Por Gabriela Cabral (Equipe Brasil Escola)

COMO RECONHECER?
Muitas vezes os alunos superdotados, podem estar escondidos dentre os demais alunos e por não estarem satisfeitos com o programa educacional oferecido na escola, tornam-se indisciplinados agressivos e/ou desajustados.

Uma escola que busca uma educação democrática deve levar em consideração as diferenças individuais e oferecer oportunidades de aprendizagem de acordo com as habilidades, interesses, estilos de aprendizagem e potencialidades dos alunos.Os alunos com altas habilidades/superdotados, precisam ter acesso a práticas educacionais que atendam às suas necessidades, possibilitando um melhor desenvolvimento de suas habilidades.
Se as condições oferecidas para o desenvolvimento da aprendizagem forem inadequadas, dificilmente estes indivíduos terão condições de desenvolverem todo o seu potencial, pois pessoas com altas habilidades precisam mesmo é de ambientes ricos e estimulantes.
Segundo Renzulli (1986), o propósito da educação dos indivíduos superdotados é “fornecer aos jovens oportunidades máximas de auto-realização por meio do desenvolvimento e expressão de uma ou mais áreas de desempenho onde o potencial superior esteja presente”

sábado, 20 de dezembro de 2008

O que podemos fazer com as nossas mãos?

Gente me encantei ao ver o que é possível fazer sem as mãos. Artistas maravilhosos nos dão uma lição de vida através da persistência, da valorização do eu em busca da prática de coisas que, para mim, só seriam possível fazer com as mãos.


Leia a história abaixo e se emocione.


Para muitos brasileiros o fato de pintar um simples quadro é algo tão difícil que se torna impossível. Porém, para um seleto grupo, o que parecia mais do que impossível, se torna motivação e desafio que rendem histórias interessantes e, ao mesmo tempo, lições de vida.
Quando a mãe de Jadir Raymundo, 46 anos, estava grávida fez uso de um calmante sem saber que o medicamente poderia trazer sérios problemas de formação ao filho. Os efeitos do uso do remédio logo no primeiro mês de gestação só foram percebidos quando Jadir nasceu oito meses depois. Sem os dois braços e com problemas de falta de crescimento.

A ausência dos membros superiores tornou Jadir uma criança especial e o forçou a superar as dificuldades. Na pintura ele encontrou o incentivo que faltava. O então garoto de 10 anos, morador de Penápolis, interior de São Paulo, procurou a A.A.C.D. da cidade e dali por diante não parou mais de fazer arte. “Cada quadro é uma obra de arte pra mim”, revela Jadir. Fonte: http://www.madrugadanews.com.br/

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Como se portar frente a uma pessoa com deficiência?

Quando você se encontrar com uma pessoa muda...

Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa. Tente lembrar que a comunicação é importante.

Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. mas não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.
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